|
|
|
|
|
Vivendo A Vida Como Ela Vem
::: estado: *confuso* ::: música: Los Hermanos - O Vencedor
Prefiro As Coicidências Saí de casa nauqela manhã de terça-feira no horário de costume. Estava atrasado, como sempre, e sequer tomei café da manhã. Aqueles dias na fazenda dos meus tios tinham me deixado mais tranqüilo, mas voltar para a agitação da metrópole não foi nada agradável. Parece que depois das férias as pessoas mudam. Andando pelas ruas a caminho do trabalho não percebi os olhares hotis que antes me acompanhavam. Eu realmente achava que estavatudo bem - exceto, é claro, pelo fato de ter que aturar a Simone mais um dia reclamando da minha última campanha publicitária. Não lembro exatamente onde foi, mas sei que estava próximo àquela lojinha de roupas estranhas onde também fazem piercngs. Foi ao dobrar a esquina que percebi que as coisas começariam a piorar. Com o baque, fui jogado contra a grade do alto prédio comercial. O táxi amarelo mais parecia um enorme elefante em cima de mim. Foi quase indolor, mas eu só acordei no dia seguinte deitado em uma maca branca de hospital. Ao meu lado estava um jovem rapaz moreno, o qual jamais havia visto. -Quem és tu? - perguntei. -Meu chamo Bruno. Fui eu que socorri você na hora do acidente. -Ah, o meu caso é grave? -O médico disse que dentro de uma semana você já vai ouvir as reclamações da Simone de novo. -Menos mal. Pensei que aquele táxi ia acabar de vez com a minha vida. Percebendo a minha ingratidão ele me indagou: -Despulpe, mas...Eu revirei as suas coisas, falei com os seus colegas de trabalho...Não sei exatamente o que fazer. Você tem algum parente próximo a quem eu deva avisar? -Ah, não...Tô sozinho por aqui. Em meio a risadas constrangidas ele tentava me animar. Apesar de eu ter uma vida totalmente independente de meus pais nunca havia percebido o quanto uma pessoa fora importante para mim. Naquele momento uma amizade começou. Aquela pessoa estava lá de propósito. Era para ele me encontrar e me socorrer. Costumo não acreditar em milagres, prefiro as coincidências. Mas estou certo de que a relação que se estabeleceu ali não foi fruto de uma mera coincidência do destino. Redação feita em uma aula de português, por mim mesmo. O tema era acidentes de trânsito. Tinha que ser uma narrativa com diálogos. Pimba. Seja o que for, sirva pra quem servir, é uma metáfora. Henrique - Decorando as músicas do Los Hermanos que ainda não conhecia.
|
ARCHIVE
MY FRIENDS
Fabricio
rickipanema parrisitsme gabrielmf stephy06 salexan gabiza vini kca budie roose cabulga FOLLOWERS ALL FRIENDS Iq's Journal Widgets: RSS | ATOM | JavaScript |


